
Era uma vez uma menina, pequena e bonita, que seguia com todos os sonhos do mundo em suas mãos e com toda a vontade de realizá-los dentro do seu coração… Mas, coitada, era só uma menina, pequena e bonita, mas que não podia realizar todos os sonhos que queria.
Ela queria ajudar os pobres, sair pelas ruas cantarolando as músicas, que escutava o seu velho avô cantar e entregando dinheiro para o mendigo sentado na calçada, para o rapaz, pouco “menos pequeno” do que ela,que fazia malabarismos no sinal. Mas, a menina não tinha dinheiro, embora fosse de família nobre. A mãe dizia que aquelas pessoas estavam jogadas no meio da rua porque não procuravam trabalho, o pai dizia que de tão miseráveis que eram deviam ser mortos e jogados em um rio para que a água os levasse para bem longe. A menina não concordava.
Ela queria ser amiga do menino negro, que estudava com ela. Chegar qualquer dia desses na escolinha, dar-lhe um abraço bem dado, chamá-lo de amigo e convidá-lo para ir até a casa dela, mas a menina não podia fazer isso. Vovó falava que essas pessoas “de cor” eram sujas, vovô falava que fediam a sangue de escravo. A menina não concordava.
Como ela queria escolher suas próprias roupas, estava cansada de usar todos aqueles vestidos bem lavados e caros, aqueles sapatos que chegavam a brilhar. Ela queria colocar chinelos de borracha, bermudas, e uma blusa bem velha e sair para brincar na rua. Mas, lugar de criança brincar é dentro de casa, se sujasse o vestido tinha que correr e entregá-lo para a empregada, ela o lavaria antes de papai e mamãe chegarem.
Certo dia, a menina pequena e bonita cresceu. Ela ficou grande e linda. Quando completou seus dezoito anos ela resolveu sair de casa, e mesmo com todo o dinheiro da família ela chamou aquele menino negro com quem ela estudou,e com o tempo virou seu melhor amigo, para alugarem um apartamento em um bairro de classe média da cidade aonde eles morava.
O tempo passou, ela se casou com um rapaz, educado, simples e com valores que ela admirava, a família o aprovou, ele também era de família nobre, branco e com uma excelente conta bancária.
Com dois anos de casados ela descobriu que não podia engravidar, então ela e o rapaz resolveram adotar uma criança. Arquiteta casada com um advogado, tinham renda o suficiente para criarem uma criança, foram atrás do sonho de serem pais.
Chegando lá, eles se apaixonaram por gêmeos, uma menina e um menino com três anos de idade, sorrisos bonitos, tinham sido abandonados na porta do orfanato com quinze dias de vida. Fizeram todo o processo de adoção e finalmente as duas crianças foram morar com ela e com o bonito rapaz com quem se casou. Quando os pais e os avós dela foram ver as crianças, a surpresa: Eram negros.
A menina deixou os filhos se vestirem confortavelmente, os educou para que respeitassem a todos, e todo ano eles faziam doações de roupas, brinquedos e dinheiro para quem precisava. A menina ensinou a sua família que respeitar os outros é essencial, e todo mundo acabou amando as crianças “de cor”, e aprenderam muito com essas crianças, pediram perdão para o amigo dela, que agora também era compadre dela. E se vocês pudessem imaginar o tanto que a mamãe, o papai, a vovó e o vovô se arrependeram do que fizeram, talvez você derramaria lágrimas no final dessa história.
A menina realizou todos os sonhos que ela tinha nas mãos.
Ela queria ajudar os pobres, sair pelas ruas cantarolando as músicas, que escutava o seu velho avô cantar e entregando dinheiro para o mendigo sentado na calçada, para o rapaz, pouco “menos pequeno” do que ela,que fazia malabarismos no sinal. Mas, a menina não tinha dinheiro, embora fosse de família nobre. A mãe dizia que aquelas pessoas estavam jogadas no meio da rua porque não procuravam trabalho, o pai dizia que de tão miseráveis que eram deviam ser mortos e jogados em um rio para que a água os levasse para bem longe. A menina não concordava.
Ela queria ser amiga do menino negro, que estudava com ela. Chegar qualquer dia desses na escolinha, dar-lhe um abraço bem dado, chamá-lo de amigo e convidá-lo para ir até a casa dela, mas a menina não podia fazer isso. Vovó falava que essas pessoas “de cor” eram sujas, vovô falava que fediam a sangue de escravo. A menina não concordava.
Como ela queria escolher suas próprias roupas, estava cansada de usar todos aqueles vestidos bem lavados e caros, aqueles sapatos que chegavam a brilhar. Ela queria colocar chinelos de borracha, bermudas, e uma blusa bem velha e sair para brincar na rua. Mas, lugar de criança brincar é dentro de casa, se sujasse o vestido tinha que correr e entregá-lo para a empregada, ela o lavaria antes de papai e mamãe chegarem.
Certo dia, a menina pequena e bonita cresceu. Ela ficou grande e linda. Quando completou seus dezoito anos ela resolveu sair de casa, e mesmo com todo o dinheiro da família ela chamou aquele menino negro com quem ela estudou,e com o tempo virou seu melhor amigo, para alugarem um apartamento em um bairro de classe média da cidade aonde eles morava.
O tempo passou, ela se casou com um rapaz, educado, simples e com valores que ela admirava, a família o aprovou, ele também era de família nobre, branco e com uma excelente conta bancária.
Com dois anos de casados ela descobriu que não podia engravidar, então ela e o rapaz resolveram adotar uma criança. Arquiteta casada com um advogado, tinham renda o suficiente para criarem uma criança, foram atrás do sonho de serem pais.
Chegando lá, eles se apaixonaram por gêmeos, uma menina e um menino com três anos de idade, sorrisos bonitos, tinham sido abandonados na porta do orfanato com quinze dias de vida. Fizeram todo o processo de adoção e finalmente as duas crianças foram morar com ela e com o bonito rapaz com quem se casou. Quando os pais e os avós dela foram ver as crianças, a surpresa: Eram negros.
A menina deixou os filhos se vestirem confortavelmente, os educou para que respeitassem a todos, e todo ano eles faziam doações de roupas, brinquedos e dinheiro para quem precisava. A menina ensinou a sua família que respeitar os outros é essencial, e todo mundo acabou amando as crianças “de cor”, e aprenderam muito com essas crianças, pediram perdão para o amigo dela, que agora também era compadre dela. E se vocês pudessem imaginar o tanto que a mamãe, o papai, a vovó e o vovô se arrependeram do que fizeram, talvez você derramaria lágrimas no final dessa história.
A menina realizou todos os sonhos que ela tinha nas mãos.
Beijos,
Marcella
P.S- Todas as sextas estarei no blog www.cantodagalera.blogspot.com falando sobre moda, é um jornal eletrônica atualizado diariamente por pessoas que escrevem muito bem. Visitem!

33 comentários:
você também no blog news? Estou indo la comentar então.
E qaunto a esse post. Que final feliz não?
sAOKSOkskKSksoSAKOak
Bom pelo que você ressaltou, e eu também (acho) que observo os mais preconceituosos realmente são os mais velhos. Sabe, pelo menos nisso parece que o mundo está amadurecendo.
Parece...não sei.
Beeeeijos.
Bela história.
São textos como este que nos fazem refletir e nunca esquecer que o respeito e a igualdade é que transformam o mundo para melhor...
bjos
Garota, tu sempre me surpreende. É raro ver garotas da tua idade que tenha esse pensamento. Parabéens viu moça!
bjoO
Oie..
Como seria bom se todas as pessoas tivessem a iniciativa de adotar crianças negras, a maioria dos casais querem filhos brancos e dos olhos azuis!
Belo texto!
bjo;)
mtooo booom amigaaa
parabens!!!^^
Liinda a históriaa !
Você escreve muiiito bem !
Seria muito bom se existissem mais pessoas como essa menina...
Beijoos,
( Lêe Oliveira - oleeh.blogspot.com )
adoro seus posts, são simplismente demais!
beijoos
Não deixe de conferir...
agarotadacasaaolado.blogspot.com
...agora de volta das férias!
Bonita a historia!
Muito legal msm!
Sem comentarios!
beijo!
incrivel!
amei!!
beijao!!
haa olha o blog ali!!
:)
muito fofa a historia
adoerei seu blog =D
é uma pena que ainda exista gente que tenha esse tipo de preconceito(mesmo que a historia seja ficticia, eu acho, mas existe mt gente que é igual a essa avó e esses pais).
beijoss
acredito ainda queposam a cada dia ser mais solidários :)
vou pasar no outro blog
bejoos
Preconceito,de qualquer tipo,é absolutamento desprezível :/
Beijos
Ameeiii! Muito bom! *-*
Tem selinho pra você lá no meu blog! =D
Beijão!
http://quasesemideias.blogspot.com/2009/01/selinho.html
A vida dá voltas e está sempre a mostrar o quanto é corrrosivo o preconceito. Um belo dia eis que nos damos conta de que o amor vale mais que tudo e que por ele podemos chegar a sensações jamais imaginadas.
Cadinho RoCo
É impossível acreditar que ainda hoje existem pessoas com a cabeça tão fu***,que ainda tem preconceito..
Bela história!!
ki historia lindaaaaa ! ameii!
preconceito não leva a nada devemos mesmo aprender a ver as pessoas pelo o que elas são e não pela cor ou qualquer coisa que elas tenham de diferente de nós!
prima ! pena que desistiu de ser jornalista , tu escreve bem demais *-*
Linda história! O caráter e os valores morais é um bem mais precioso que cada um de nós temos!
Beijo!
Ingênuo, mas bonito...
Muito lindo, mesmo !
Eu adorei o post, tocante e com uma ótima mensagem...
Preconceito não está com nada! =x
BeijOs!
Linda história, mas infelizmente a vida real não é bem assim, uma menina criada nesse ambiente, dificilmente conseguiria manter sua visão dos fatos tão oposta.
Que dera fosse assim, de verdade, o mundo seria menos injusto!
;**
Um assunto de extrema importancia e ressaltado de forma contudente e encantadora. Vc vai longe com seus claros principios.
Que boom seria se todos tivessem um bom coração, o mundo não sentiria tantas cólicas :D
Beeijos :*
Booa sorte no 'volta ás aulas'
Nah ;D
Ai que história lindaa!!!
Racismo não tá com nada, somos todos humanos com o mesmo direito de ser feliz...
Deixei um selo pra você no meu blog... =D
http://aaspegadoras.zip.net
ahsuahus! axo que uns 6 vidros ... gostou do novo visu de lá ?
q tri o post (:
dá uma passada no meu blog depois, eu tô repassando um prêmio
bejÔ ;*
"A mãe dizia que aquelas pessoas estavam jogadas no meio da rua porque não procuravam trabalho, o pai dizia que de tão miseráveis que eram deviam ser mortos e jogados em um rio para que a água os levasse para bem longe. A menina não concordava."
• Fico indignadae por isso tambem não para de sonhar nunca!
Beijos
Lindo texto. Derramei uma lágrima no final sim!;)
Estou te linkando, ok?
Beijos
Me inscrevii sim!
Estou super anciosa, estava esperando a meses! o/
BeijOs!
Oi! Eu li o post meio rápido, mas no fim de semana eu leio com mais calma.
Mas eu adorei, de qualquer jeito.
Tem uma coisinha lá no meu blog pra ti.
^^
Bjs
Volto porque gosto de passar por aqui.
Cadinho RoCo
lindo o seu texto.
você sabe mesmo escrever.
beijos e obrigada pela visita
:D
aah adorei a história, aliás eu adooro seu blg! *-*
Parabéns !
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