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Nenhum sentimento se manifestava diante da ausência do sorriso e das lágrimas contidas. Não dizia o que tinha acontecido, não mostrava nenhuma evidência das dores que sentia. Não sabia para onde andar, não tinha certeza do que continuar e estava só, mesmo rodeada de trinta e duas pessoas, parecia que não tinha nenhuma, preferia ter ficado em casa.
Mesmo sem ouvir o som da sua voz, nenhuma daquelas pessoas tinha duvidas sobre o que tinha acontecido, talvez porque o olhar dela se perdia no nada e era frustrante vê-lo não voltar. Tentaram chamar sua atenção, forçaram para fazê-la rir e perguntaram se ela queria conversar, a menina não percebia nenhuma das ações, não achava graça em nada e muito menos queria falar.
Era como se tivesse presa dentro de um mundo particular que criou para não ter de se preocupar com mais nada, estava ali, só ela e as preocupações dela, e a necessidade de uma confirmação, se estava tudo bem, se as coisas continuariam, ou se todas aquelas promessas seriam interrompidas. Sinceramente,a menina não sabia, tinha medo de saber e amava quem poderia dar uma resposta.
O dia foi passando e mais uma manhã qualquer teve seu fim, dando lugar a uma tarde de sorrisos forçados e mal fingidos, que ofuscavam os olhos cheios. Apareceram as primeiras palavras sem entrelinhas e até uma ou duas piadinhas, e parecia tudo bem, mas pra ela não estava.
Perdida, com medo, estressada e sozinha no seu mundo mal inventado, ela chorava por dentro e ficava forte por fora. Forte, um personagem que criou para não mostrar suas fraquezas, alguns acreditaram, outros perceberam o erro da escritora ao formular o personagem – a incapacidade dela de vivê-lo.
Mesmo sem ouvir o som da sua voz, nenhuma daquelas pessoas tinha duvidas sobre o que tinha acontecido, talvez porque o olhar dela se perdia no nada e era frustrante vê-lo não voltar. Tentaram chamar sua atenção, forçaram para fazê-la rir e perguntaram se ela queria conversar, a menina não percebia nenhuma das ações, não achava graça em nada e muito menos queria falar.
Era como se tivesse presa dentro de um mundo particular que criou para não ter de se preocupar com mais nada, estava ali, só ela e as preocupações dela, e a necessidade de uma confirmação, se estava tudo bem, se as coisas continuariam, ou se todas aquelas promessas seriam interrompidas. Sinceramente,a menina não sabia, tinha medo de saber e amava quem poderia dar uma resposta.
O dia foi passando e mais uma manhã qualquer teve seu fim, dando lugar a uma tarde de sorrisos forçados e mal fingidos, que ofuscavam os olhos cheios. Apareceram as primeiras palavras sem entrelinhas e até uma ou duas piadinhas, e parecia tudo bem, mas pra ela não estava.
Perdida, com medo, estressada e sozinha no seu mundo mal inventado, ela chorava por dentro e ficava forte por fora. Forte, um personagem que criou para não mostrar suas fraquezas, alguns acreditaram, outros perceberam o erro da escritora ao formular o personagem – a incapacidade dela de vivê-lo.
Beijos: Marcella Leal

10 comentários:
que liiiindoo *--*
agora te entendo perfeitamente flower'
é teenso
:B
bjs bjs ♥
cada sofrimento um dia vai ser transformado em felicidade .
A coragem muda nossas vidas, queria ter mais dela em minha vida, mta coragem e pouco medo!
=*
as pessoas sabem qe sao capazes... mas não o sabem completamente.
Quantas vezes não depositamos em nossos lábios sorrisos falsos pra esconder sofrimentos não é...
Mas nada como um dia após o outro, hoje estou feliz e amanha pode tudo mudar.
Beijos
*---*
perfeeito gata!
milbeeijos :**
Talvez a autora não precise viver esse personagem. Talvez seja melhor demonstrar o que realmente sente, porque algum dia as pessoas irão perceber.
Beijos :*
lol,isso foi triste
Mah simplesmente lindo seu texto, meus parabéns gatinha
Gostei do texto... e gostei muito daqui :)
Vou voltar mais vezes, tá?!
Bjão e um domingo super iluminado!
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