
Balões coloridos. Camisetas. Bandeiras. Câmeras. Meninas vestidas de palhaço. Rapazes fantasiados de empresários. Professores ajudando a organizar. Pompons de papel crepom. Rostos pintados a guache. Meninos vestidos para jogar futebol. Violão. Musica. Dança.
Naquele dia, o lugar estranho, frio, tirano e exigente tornara-se tão alegre a agradável como uma festa, uma festa com pessoas diferentes dando as mãos e esquecendo-se dos problemas de seis meses que tiveram, das angustias, das brigas e das ofensas trocadas entre um corredor e outro, mãos que nunca pensaram em se tocar, pessoas que nunca pensaram que um dia estariam unidas por um só objetivo, que objetivamente, não tinha objetivo nenhum a não ser união.
Pela primeira vez, nos meses e meses que entro ali todos os dias, seis vezes por semana, eu senti algo além do que o de sempre, porque sempre, nós não éramos capazes de por de lado as diferenças para favorecer algo entre nós. E parece mesmo que as pessoas só são capazes de fazer isso quando é pelo bem deles também, e mesmo assim, naquele dia, entre musicas, balões, crianças, adolescentes, professores e freiras, eu senti que ainda era possível fazer o mundo todo obter as mesmas cores, sorrir do mesmo jeito e dar as mãos sem olhar a quem.
Beijos,
Marcella Leal
P.S- Férias!
Naquele dia, o lugar estranho, frio, tirano e exigente tornara-se tão alegre a agradável como uma festa, uma festa com pessoas diferentes dando as mãos e esquecendo-se dos problemas de seis meses que tiveram, das angustias, das brigas e das ofensas trocadas entre um corredor e outro, mãos que nunca pensaram em se tocar, pessoas que nunca pensaram que um dia estariam unidas por um só objetivo, que objetivamente, não tinha objetivo nenhum a não ser união.
Pela primeira vez, nos meses e meses que entro ali todos os dias, seis vezes por semana, eu senti algo além do que o de sempre, porque sempre, nós não éramos capazes de por de lado as diferenças para favorecer algo entre nós. E parece mesmo que as pessoas só são capazes de fazer isso quando é pelo bem deles também, e mesmo assim, naquele dia, entre musicas, balões, crianças, adolescentes, professores e freiras, eu senti que ainda era possível fazer o mundo todo obter as mesmas cores, sorrir do mesmo jeito e dar as mãos sem olhar a quem.
Beijos,
Marcella Leal
P.S- Férias!

6 comentários:
pena que as pessoas só fazem isso quando estão embaladas pela música, as cores e os balões, quando voltam pra "realidade" correm lavar as mãos.
Foda, né? :/
Beeeeijos.
isso me faz lembrar de epoca da escolaa =/ ..tenho mtas saudades ...
união msm q fosse por interesses ..
bjos
Acho que o Henrique disse tudo.
Boas férias! :D (inveja, oi?)
Beijo
sorria agora, eu estou comentando. adorei o seu blog, muito lindo. e ja que eu te fiz sorrir, me faça sorrir tambem me siga assim como eu estou te seguindo, adooorei seu blog. 1bj e arraza abelha!
Final de semestre é sempre uma alegria.
Como já disseram, que boms e essa união fosse permanente e não só uma comoção pelo final do semestre
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